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Maria não é corredentora


Maria não é corredentora

Nossa Senhora não é "corredentora", portanto, não compartilha com Jesus o poder de redimir a humanidade do pecado, e não serve "perder tempo” com novos dogmas que estabelecem novos títulos. O Papa Francisco disse isso durante a missa dedicada à Virgem de Guadalupe, comemorada no dia 13 de dezembro, descartando um pedido que já o Concílio Vaticano havia posto de lado.
A reportagem é de Iacopo Scaramuzzi, publicada por Vatican Insider, 13-12-2019. A tradução é de Luisa Rabolini.
A questão do título de Maria "corredentora" retorna periodicamente na história moderna da Igreja. A Igreja já ensina quatro dogmas relacionados à Virgem, a saber, sua perpétua virgindade, sua dignidade como Mãe de Deus, sua Imaculada Conceição e sua gloriosa Assunção no céu em alma e corpo. Já no Concílio Vaticano I (1869-1870), havia quem apoiasse a ideia de um novo dogma para permitir que Maria participasse do poder redentor de Jesus. Pio XI (1922-1939) foi o primeiro pontífice que falou de Maria corredentora, João Paulo II fez isso várias vezes, mas todos os Pontífices rejeitaram a ideia de um novo dogma. No Concílio Vaticano II (1962-1965), alguns bispos também apresentaram o pedido, em particular, mas João XXIII e Paulo VI não o levaram em consideração, inclusive porque os protestantes não veneram Maria e tal manobra arriscaria arruinar as relações entre os cristãos em pleno concílio ecumênico.
Recentemente, dois cardeais idosos - o mexicano Juan Sandoval e o indiano Telesphore Toppo - e quatro bispos se dirigiram ao Papa pedindo para proclamar o dogma de Maria corredentora.

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